Melasma

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O melasma um disturbio que incomodam tantas mulheres, nesse artigo você vai entender tudo sobre.

Melasmas distúrbios relacionados à pele, como o melasma, incomodam e afetam a autoestima do paciente, podendo causar até patologias mais graves como depressão.

Estima-se que um terço dos pacientes com problemas de pele, sofrem distúrbios emocionais e psicológicos devido ao aspecto das lesões, pois por permanecerem visíveis acabam afetando o convívio social, pessoal e profissional.

Sendo assim se faz necessário uma maior preocupação ao se avaliar tais desordens hiperpigmentares.

Embora possa acometer todas as raças, há maior incidência em fenótipos mais pigmentados, particularmente os tipos de pele IV (normal) e V (pouco sensível) possuem mais sensibilidade ao sol e pessoas de origem oriental ou hispânica que vivem áreas tropicais.

Comumente o surgimento acontece na faixa etária entre 30 a 55 anos.

Definição do melasma

Melasma é uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica, caracterizada por máculas acastanhadas, mais ou menos escuras, de contornos irregulares, mas limites nítidos, nas áreas fotoexpostas, especialmente, face, fronte, têmporas e, mais raramente, no nariz, pálpebras, mento e membros superiores.

Trata-se de doença dermatológica facilmente diagnosticada ao exame clínico, porém, apresenta uma cronicidade característica, com recidivas frequentes, grande refratariedade aos tratamentos existentes e ainda muitos aspectos fisiopatológicos desconhecidos.

O nome melasma deriva do grego melas, significando negro. Cloasma é um termo que é usado com o mesmo sentido, sendo também derivado do grego cloazein, de: estar esverdeado.

Regiões acometidas pelo melasma

Melasma é uma dermatose comum que cursa com alteração da cor da pele normal, resultante da hiperatividade melanocítica focal epidérmica de clones de melanócitos hiperfuncionantes, com consequente hiperpigmentação melânica induzida, principalmente, pela radiação ultravioleta.

Clinicamente, caracteriza-se por manchas acastanhadas, localizadas preferencialmente na face, embora possa acometer também região cervical, torácica anterior e membros superiores.

Mulheres em período fértil e de fototipos intermediários representam as populações mais acometidas.

Etiopatogenia do melasma

A etiopatogenia do melasma ainda não está completamente elucidada.

Há inúmeros fatores envolvidos, na etiologia da doença, porém nenhum deles pode ser responsabilizado isoladamente pelo seu desenvolvimento.

Dentre estes: influências genéticas, exposição a raios ultravioleta, gravidez, terapias hormonais, cosméticos, drogas fototóxicas, endocrinopatias, fatores emocionais, medicações anticonvulsivantes e outros com valor histórico.

Porém, parece que predisposição genética e exposição às radiações solares desempenham um papel importante, tendo em vista que as lesões de melasma são mais evidentes, durante ou logo após períodos de exposição solar.

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Como retardar os efeitos

É importante retardar o aumento das sínteses de melanina pelos melanócitos, inibir a formação e promover a degradação dos melanossomos.

O pigmento do melasma se desenvolve gradualmente. Assim, o uso de protetores solares de amplo expectro e de alta potência, e não se expor de forma excessiva à luz solar, calor e estrógeno exógeno são algumas das medidas preventivas.

Os bloqueadores solares não são absorvidos pela pele, porém atuam como um filtro, refletindo e dispersando a radiação ultravioleta (UV), impedindo assim a sua absorção.

Sugere-se que o uso do protetor seja de no mínimo com o fator de proteção solar (FPS) 30, sendo os acima deste, desnecessários.

Além disso, recomenda-se mais de uma aplicação diária de protetores, devendo ser feitas meia hora antes da exposição solar.

Existe uma gama de opções para o tratamento do melasma atualmente.

Cada opção terapêutica com mecanismo de ação, tempo de tratamento, resposta e efeitos adversos distintos.

Porém, todas apresentam resposta positiva no desaparecimento das manchas características do melasma.

Para a escolha da terapêutica adequada é necessário que o profissional tenha um profundo conhecimento das técnicas, das indicações e contraindicações. Bem como, é necessário entender as necessidades de cada paciente.

Apesar dos importantes destaques e das terapias novas que tem surgido ao longo dos últimos anos, não há ainda um tratamento considerado definitivo e realmente eficaz no tratamento desta doença, e, ainda, não há um fármaco que possa ser de fato eficaz contra a ocorrência de recidivas.

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